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Daily Habit

Diário de produtividade pessoal

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Mais 3 Meses de Música

Esta manhã logo a seguir ao despertar, e porque estamos à porta do fim-de-semana, abri o Spotify e tinha a oferta de 3 meses de música por um valor reduzido. Aderi mais uma vez ao premium e coloquei-me a escutar uma das minhas bandas favoritas, os Beach House.

É muito raro pagar o valor regular por mês ao Spotify, exceto quando tenha alguma viagem que queira levar música para ouvir offline. Mas quando existem este tipo de promoções, costumo aproveitar. Nos restantes meses do ano ouço a versão gratuita com anúncios, que chega perfeitamente.

Sempre fui um fã de música, e já assisti a grandes concertos como os Nirvana, Smashing Punpkins, Bob Dylan, Rolling Stones, Def Lepard, PInk Floyd, U2, entre muitos outros. A música, como a arte no geral, transporta-me para novos patamares de perceção da realidade, e isto é muito bom.

Um bom fim-de-semana!

Como Criar Um Plano de Sucesso em 6 Passos

“Quando se navega sem destino, nenhum vento é favorável.” —  Séneca

Esta citação de Séneca reflete bem a necessidade implícita da criação de objetivos e de um plano, pois sem um rumo, será difícil senão mesmo impossível, criar e aproveitar novas oportunidades que conduzam a uma vida com mais significado.

Neste artigo, quero partilhar com o leitor como poderá criar um plano de sucesso simples em seis passos, para ganhar a motivaçao de que precisa.

Puzzle

Passo 1 – Definir as áreas de sucesso

As áreas de sucesso são as zonas das nossas vidas que desejamos melhorar, e devem ser genéricas.

Exemplo de áreas: carreira, finanças, pessoal.

Abacus

Passo 2 – Definir o horizonte temporal

Um plano de sucesso não deve ser para o imediato. Devemos ser ambiciosos e pensar em grande. Trata-se da visão onde queremos chegar, recomendando um espaço temporal de um a cinco anos para a concretização do plano.

Exemplo de horizonte temporal: escolho o prazo de um ano para concretizar o meu plano de sucesso nas áreas da carreira, finanças e pessoal.

Objetivo

Passo 3 – Definir os objetivos

Aqui são definidos os objetivos em função das áreas de sucesso e do horizonte temporal. Pode utilizar a fórmula SMART neste passo para ajudar na criação dos objetivos.

Ter em atenção a ambição excessiva de objetivos, porque temos uma quantidade limitada de tempo, mas também de energia. A gestão de prioridades assume especial significado neste passo.

Exemplo de objetivos:

No prazo de um ano quero atingir os seguintes objetivos nas áreas escolhidas.

Pessoal

Objetivo 1 – Ter um dia 100% livre por semana sem estar ligado a computadores ou telemóveis, dedicado inteiramente à família.

Objetivo 2 – Ter uma alimentação vegetariana em pelo menos metade das refeições.

Finanças

Objetivo 3 – Ter uma taxa de retorno anual financeira de 100%, através do investimento na bolsa de valores, com operações de curto prazo e otimização da gestão do risco.

Objetivo 4 – Testar a hipótese de monetizar o blogue Daily Habit, com a angariação de um projeto de coaching em gestão do tempo e produtividade pessoal.

Carreira

Objetivo 5 - Dominar e praticar as regras do poder, partindo do trabalho desenvolvido por Robert Greene, Sun Tzu e Nicolau Maquiavel.

Projetos e tarefas

Passo 4 – Definir projetos e tarefas

Cada objetivo deve ser decomposto em projetos e tarefas, para operacionalizar a sua concretização. De acordo com o método de gestão do tempo GTD, um projeto é um conjunto de duas ou mais tarefas. Um projeto deve conter obrigatoriamente tarefas, mas uma tarefa pode ser única não tendo de estar obrigatoriamente incluída num projeto.

Quadro de pernas

Passo 5 – Afixar o plano em local visível

O plano de sucesso deve ser impresso e colocado em local visível, para recordarmos regularmente que as tarefas diárias contribuem para o nosso plano maior de sucesso. Este plano deverá também ajudar a despertar a nossa motivação.

Cabeça a pensar

Passo 6 – Rever o plano regularmente

As prioridades mudam, a vida muda e os imprevistos acontecem. O nosso plano tem de acomodar as incertezas da vida, e por isso, recomendo a revisão trimestral do plano de sucesso.

Nesta revisão podem ser acrescentados, eliminados ou modificados os objetivos, bem como atualizadas as áreas de sucesso.

Conclusão

Espero que este artigo possa contribuir para estimular a sua criatividade, e criar o seu próprio plano de sucesso. A última finalidade, é que navegue em direção ao seu destino com vento favorável, vivendo a vida com alegria e significado.

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Energia: O Ingrediente Secreto da Gestão do Tempo

Lâmpada simples acesa e pendurada no teto

Vários autores que escrevem sobre produtividade e gestão do tempo, como Chris Baley e Graham Allcott, referem a gestão da energia como meio fundamental para se atingir a plena produtividade. Confesso que sempre tive dificuldade em compreender este conceito, até porque o conceito de energia pode ser usado de forma muito subjetiva.

No artigo anterir que publiquei sobre os três segredos da produtividade do escritor Robert Greene, este referiu que evitar a fadiga era a sua prioridade número um,  para manter o processo exigente que é escrever e publicar um livro, comparando-o a uma maratona.

Se uma pessoa tiver um trabalho mais exigente e trabalhar longas horas, é natural que se sinta cansado ao final do dia e com pouca energia para outras tarefas.

Se outra pessoa tiver um trabalho menos exigente e trabalhar menos horas, com certeza que ao final do dia conseguirá mais facilmente agarrar outras tarefas.

Mesmo num trabalho mais exigente é possível tomar medidas para tentar conservar a energia, como evitar reuniões pouco produtivas, não entrar em dramas de pessoas complicadas, não estar facilmente acessível, e outras medidas criativas.

Devemos pensar na energia como um recurso limitado, à semelhança do tempo, dedicando os nossos dias a atividades produtivas, e evitando ao máximo atividades que não acrescentem valor ou que diminuam a nossa resistência.

Photo by Burak K from Pexels

Os 3 Segredos de Produtividade do Escritor Robert Greene

Livros empilhados

Robert Greene é um escritor norte-americano de um enorme sucesso conhecido por obras como As 48 Leis do Poder, Maestria, A Arte da Sedução e As 33 Estratégias de Guerra.

Greene considera que ter energia é fundamental para o seu trabalho como escritor, de modo conseguir ser mais produtivo, e considerando as exigências da pesquisa e os cumprimentos de prazos inerentes à publicação de livros.

Depois de anos de prática a tentar dominar o processo da escrita, o autor partilha três segredos que fizeram toda a diferença na sua carreira, e o ajudaram a ser um melhor escritor, pensador e senhor do seu destino.

Segredo n.º 1 – Exercício físico rigoroso

Escrever livros é como uma maratona, sendo obrigatoriamente necessário adquirir endurance. A melhor forma de ganhar endurance é através de exercício físico rigoroso.

Isto é conseguido com atividade física diária, numa rotina que a pessoa tenha algum gosto e que faça sentido. Pode ser natação, corrida, bicicleta ou qualquer outra atividade, o importante é criar a rotina.

É necessário praticar desporto durante meses até se conseguir ver os efeitos, para dar tempo da fadiga inerente à atividade física ser substituída por uma energia produtiva.

Segredo n.º 2 – Meditação

Os mestres da meditação acreditam que o problema da maioria das pessoas é que inevitavelmente param algures, e não se desafiam continuamente.

Meditar todos os dias, ajuda a melhorar a concentração, e a combater os pensamentos obsessivos que inevitavelmente aparecem, quando se produz um trabalho intenso ao longo do tempo como produzir um livro.

Como no caso do exercício físico, os resultados só aparecem com a prática e tempo, sendo a disciplina fundamental para a continuidade destas duas rotinas.

Segredo n.º 3 - Pesquisa

Greene considera que o que o separa de outros escritores é o seu processo de pesquisa. O primeiro ano no processo de criação de um livro, é dedicado exclusivamente à pesquisa, em que lê cerca de 250 livros.

Em cada livro sublinha as passagens mais importantes e faz anotações, colocando-as em cartões de notas. Estes cartões são depois reorganizados formando os temas e a estrutura com os capítulos.

Todos os cartões têm como título o nome do livro e são codificados com cores consoante o assunto.

Conclusão

Estes três segredos ajudaram o autor a manter o momento e a obter uma grande produtividade durante períodos de extremos stress na sua carreira.

Durante a sua pesquisa, Greene concluiu que as maiores figuras na história eram alunos medíocres, e que o seu sucesso foi derivado de intenso trabalho e de uma rotina consistente, aparecendo os frutos do seu trabalho somente mais tarde nas suas vidas.

 

Porquê Aprender sobre o Poder?

Halterofilista a levantar pesos

Depois da injustiça no trabalho da semana passada com a minha avaliação, e da curta viagem neste fim de semana em que tive a oportunidade de ler A Grande Estratégia de John Lewis Gaddis, é tempo de iniciar a semana com uma nota positiva.

Nada melhor do que conhecer e dominar as dinâmicas do poder como parte da estratégia de evolução na carreira, pois como já tinha escrito no artigo anterior, ser bom naquilo que se faz é apenas 1/3 da batalha.

As dinâmicas do poder aplicam-se em todas as áreas

De acordo com Lucio Buffalmano em The Power Moves, as dinâmicas do poder aplicam-se em todas as áreas da vida e socialização, e não têm de ser necessariamente usadas para projetar poder, mas também para se conseguir uma maior justiça, prevenir a manipulação e desenvolver relações saudáveis em que todos ganham.

O domínio das dinâmicas do poder contribui ainda para melhorar a capacidade de influência e persuasão, liderança, relacionamentos, ambiente de trabalho e qualidade de vida.

Valores a cultivar no poder

Para desenvolver o poder deve abraçar os seguintes valores:

- O poder começa pela escolha de nunca ser uma vítima.

- Somos livres e virtuosos até ao momento que o nosso poder pessoal o permite.

- Procurar crescimento, e não ajuda.

- Questionar a autoridade e as fracas lideranças.

- Encontrar o próprio caminho, em vez de seguir o dos outros.

- A verdadeira liberdade só é conseguida através do entendimento do nosso inconsciente.

- Ter em atenção os grupos e adaptar um individualismo saudável (mesmo dentro de um grupo), porque os primeiros são facilmente manipuláveis.

Injustiça no Trabalho e a Grande Estratégia

A Grande Estratégia de John L. Gaddis

No final da semana de trabalho tive uma surpresa desagradável quando o meu superior apresentou a minha avaliação de serviço. No período anterior tive uma pontuação relevante, sendo que agora esperava a mesma pontuação ou superior, pois vi as minhas responsabilidades aumentadas.

Mas não aconteceu nada do que esperava e fiquei indignado com a injustiça praticada. Mas enfim, neste momento da minha carreira já devia ter aprendido que o mundo do trabalho não é justo.

Felizmente este fim de semana tive a oportunidade de fazer uma curta viagem, em que não conduzia, e aproveitei para agarrar o livro A Grande Estratégia de John Lewis Gaddis, que me ofereceram no passado natal, e que parece que estava a aguardar o momento certo para ser lido.

Sempre adorei as viagens, por mais pequenas que sejam, para pensar e colocar a vida em perspectiva, e nada como um bom livro para acompanhar.

Lucio Buffalmano, no seu site The Power Moves, escreve que ser bom no que se faz é 1/3 da batalha. Os restantes 2/3 são para vender o que se faz e chegar às pessoas que importam.

Não poderia estar mais de acordo com esta informação, e daí a necessidade de criar uma nova estratégiana minha carreira que deverá obrigatoriamente incluir o marketing pessoal e comunicação.

Minimalismo Digital de Cal Newport, Resumo do Livro - As Minhas Notas

Minimalismo Digital de Cal Newport

Cal Newport define minimalismo digital, como uma filosofia de uso da tecnologia, em que uma pessoa foca o seu tempo online num número restrito e seleto de tarefas que suportem o que se valoriza, enquanto se esquece graciosamente tudo o resto.

Newport lança a analogia, de que as redes sociais e outras aplicações dos tempos atuais, são o vicio do tabaco de antigamente, provocando uma forte dependência.

Processo de desintoxicação digital

Para combater o “vício”, Newport sugere um processo intenso de desintoxicação digital, consistindo em dedicar 30 dias em que uma pessoa livra-se de toda a tecnologia e das aplicações que não são críticas para a sua vida.

Durante este período devem-se explorar e redescobrir atividades satisfatórias e com significado.

No final dos 30 dias, são reintroduzidas as tecnologias opcionais, começando-se do zero. Para cada nova tecnologia ou aplicação introduzida, é necessário determinar o valor que serve e como se pode utilizar para maximizar a sua utilidade.

Tempo para pensar

Os humanos não estão criados para estar sempre conectados. É essencial dedicar algum tempo para estar sozinho ou sozinha com os próprios pensamentos, livre da influência dos outros.

É importante cada pessoa criar o próprio equilíbrio entre o tempo de isolamento e de conexão.

Reclamar a qualidade produtiva

De acordo com o autor, as seguintes atividades são considerados de grande qualidade produtiva, e é onde se deve investir o tempo.

- Priorizar atividades ativas versus consumo passivo.
- Utilizar as competências para produzir objetos de valor.
- Procurar atividades que requeiram interações sociais no mundo físico.

Práticas a experimentar

Newport recomenda ainda a experimentação de algumas das seguintes práticas para cultivar o minimalismo digital.

- Deixar o telemóvel em casa.
- Fazer caminhadas longas.
- Escrever um diário.
- Remover as redes sócias do telemóvel.
- Não fazer “likes”.
- Dedicar tempo a conversas pessoais.
- Construir ou arranjar um objeto físico.
- Aderir a um grupo.
- Utilizar as redes sociais como um profissional.

Conclusão

O minimalismo digital de Cal Newport vem responder às necessidades atuais de combate à adição e baixa de produtividade conduzidas marioritariamente pela utilização das redes sociais e outras aplicações digitais.

Alguns dos conselhos do livro poderão não ser fáceis de implementar, mas penso que todos ganhamos se reduzirmos o nosso tempo online em atividades supérfluas, e com o tempo ganho, participar noutras atividades do mundo físico que acrescentem mais valor e benefícios.

O Sucesso segundo a Pirâmide de Maslow

Pirâmide de Maslow

Imagem: verywellmind

A Pirâmide de Maslow, é uma teoria desenvolvida pelo psicólogo norte-americano Abraham H. Maslow na década de 50, com o objetivo de determinar as condições necessárias para a realização do indivíduo. Na sua essência, a teoria tenta responder à questão das motivações das pessoas que estão por detrás do significado de sucesso.

De acordo com Maslow, o sucesso é definido como uma satisfação progressiva de necessidades, até se chegar ao último nível de realização pessoal com a independência, quer seja de valores, criatividade, espontaneidade, financeira ou outra.

Para o indivíduo atingir o último nível de realização pessoal, e segundo esta teoria, precisa primeiro de ver os quatro níveis anteriores satisfeitos, cada um construído em cima do nível anterior, e de acordo com a seguinte descrição acompanhada pela analogia de um edifício.

1.º Nível – Necessidades fisiológicas (as fundações do edifício)

Tratam-se das necessidades básicas de qualquer pessoa como ter saúde e garantir a sua sobrevivência.

2.º Nível – Necessidades de segurança (o teto e paredes do edifício)

Após a satisfação das necessidades fisiológicas, o indivíduo volta-se para a sua segurança, como ter um emprego que permita ter um rendimento garantido e conseguir proteger a sua família.

3.º Nível – Necessidades de amor e relacionamentos (as infraestruturas básicas: água, eletricidade, gás, televisão e internet)

Este nível inclui a necessidade de convivência com a família e das relações intimas. Também é considerado neste nível o lado social do indivíduo como os amigos ou a participação em grupos, associações, clubes, etc.

4.º Nível – Necessidades de autoestima (conforto com sistemas de climatização e aquecimento).

A autoestima do indivíduo é conseguida através de dois meios: concretização de objetivos e o reconhecimento dos outros.

5.º Nível – Necessidades de realização pessoal (todas as comodidades de um edifício inteligente moderno)

De acordo com a teoria de Maslow, este é o último nível de satisfação de necessidades do indivíduo, e que corresponde ao sucesso. Como referido no início do artigo, a caraterística mais marcante deste nível é sentir a independência, ou liberdade.

Observações

Na sociedade ocidental, vemos muitas vezes o termo liberdade utilizado, especialmente pela classe politica. Os políticos baseiam-se em estudos, e sabem que no fundo a liberdade é o que as pessoas mais anseiam e desejam. Quem não desejaria ganhar o euromilhões para ser livre e fazer o que quiser, sem ter de dar satisfações a ninguém?

Os Efeitos da Doença Mental no Trabalho

Homem agachado com mãos na cabeça e ar de preocupado

Há uns anos atrás tive sérios problemas de ansiedade que me obrigaram a afastar do trabalho, originados sobretudo por efeitos de stress prolongado na minha organização.

De acordo com um artigo do Diário de Notícias, os dados conhecidos para a população laboral indicam uma média anual de 22.5 dias de baixa psiquiátrica por trabalhador, o que é efetivamente muito e que conduz inevitavelmente a uma baixa significativa da produtividade da sociedade no geral, sem contar com os efeitos não quantificáveis para o próprio e familiares.

Procurar a solução

Como qualquer pessoa que tem um problema, tenta encontrar a melhor solução. Muitas vezes este processo pode ser doloroso, experimentando-se inúmeras soluções, até que com sorte se encontra alguma coisa que resolva, ou na melhor das hipóteses ajude a reduzir os sintomas.

Quando os sintomas são graves, e no caso de distúrbios de saúde mental, o primeiro recurso deve ser sempre o médico, pois pode ser necessário o uso de medicação ou outra medida como primeira intervenção.

Depois dos sintomas estabilizados é que o verdadeiro trabalho começa, com o desenvolvimento de uma nova forma de pensar, sobretudo através da psicologia.

As duas teorias de psicologia

Existem várias teorias na psicologia. Duas das mais conhecidas teorias, advêm da escola de Sigmund Freud, com a psicanálise, e a de Aaron Beck, com a terapia cognitivo-comportamental (TCC).

A psicanálise é conhecida como a psicologia clássica e mais antiga, enquanto a TCC é mais contemporânea. As abordagens de ambas as terapias são completamente distintas.

Uma vez que não sou profissional da saúde ou psicólogo só posso falar por experiência própria, tendo encontrado na TCC uma fonte de alivio. Talvez por ir ao encontro da minha personalidade, com a necessidade de ter um maior controlo que esta terapia permite.

A terapia cognitivo-comportamental como autoterapia

A TCC permite que cada pessoa, com uma formação base específica, seja o seu próprio terapeuta. Aliás, existem alguns bons recursos online para os mais determinados poderem seguir. Um bom terapeuta nesta área seria o ideal, mas infelizmente em Portugal nunca encontrei ninguém verdadeiramente apto, talvez porque não exista procura suficiente o que é uma pena.

Conclusão

Sejam quais forem os métodos que se procurem para o alívio dos distúrbios mentais, é preciso saber de que existe ajuda, estando o médico na primeira linha de intervenção e o psicólogo na segunda linha, sendo o ideal trabalharem em conjunto estes dois profissionais para uma maior eficácia.

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